Seguro Auto

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Perguntas mais frequentes sobre seguros

Se não for nenhum condutor identificado na apólice, e o mesmo não for caracterizado como condutor habitual, a Seguradora não negará o pagamento do sinistro. Caso contrario, a seguradora analisará o perfil do condutor e poderá ou não negar o pagamento da indenização.
Caso você deixa de pagar a parcela do seguro, o final da vigência da sua apólice será antecipado. A seguradora comunica a inadimplência e emiti um endosso (alteração no contrato de seguro) de redução de vigência. Essa redução é proporcionalmente às parcelas do prêmio já pagas, com base na Tabela de Prazo Curto.
Não, se for caracterizado oficialmente a embriagues. Toda ação do segurado(a) que determine o agravamento do risco, por dolo ou negligencia, pode descaracterizar a cobertura do seguro.
São serviços de atendimento ao segurado(a), em caso de pane ou acidente, que garantem a assistência técnica e prestação de serviços por profissionais terceirizados na hora e local do evento. Esses prestadores de serviço levam socorro ao veículo segurado e seus ocupantes, sendo acionados por atendimento via telefones disponibilizados e informados na apólice de seguro. Estão incluídas também no Serviço de Assistência coberturas como reparo mecânico e elétrico no local, guincho, taxi, motorista, chaveiro, troca de pneu, hospedagem em caso de impossibilidade de retorno, entre outras.
Sim, através de documento denominado endosso. Dependendo, tal qual no início do contrato, de analise previa e posterior aceite pela Cia Seguradora. No caso de seguros coletivos, as alterações dependem da anuência expressa de 3/4 do grupo interessado.
É a participação do segurado no custo de reparo do veículo em um evento de perda parcial do carro (valor do reparo inferior a 75% do valor do auto). O valor dessa franquia está determinada na apólice de seguro. Em caso de prejuízo até o valor determinado como franquia, apenas o(a) segurado(a) arcará com o prejuízo, não cabendo à Seguradora nenhum ônus. Em caso prejuízos superiores ao valor determinado como franquia, caberá a Seguradora o pagamento de todo e qualquer valor acima do valor da franquia. Pra entender melhor. No caso de perda parcial, existe uma co-participação no pagamento desse orçamento. O segurado(a) assume o prejuízo referente ao valor da franquia, e a Seguradora arca com os demais custos do reparo. OBS: 1 - No caso de perda total (prejuízo superior a 75% do valor do veículo), não há franquia (participação do segurado(a) no prejuízo). A Seguradora indenizará ao detentor da apólice 100% do valor segurado. 2 – No caso de perda parcial, com prejuízo inferior ou igual ao valor da franquia, com participação apenas do segurado(a) no pagamento do prejuízo, não ficará caracterizado um sinistro para efeito da seguradora, não havendo portanto, prejuízo no bônus no momento da renovação do seguro.
Todo seguro é contratado por prazo determinado. A validade do seguro do seu carro começa e termina às 24h das datas que estão indicadas no contrato de seguro ( apólice ), desde que se tenha cumprido todas as exigências preliminares, como vistoria prévia e pagamento do respectivo prêmio.
Sim. A Seguradora tem no máximo 15 dias para se pronunciar quanto à proposta de seguro. Encerrado este prazo, e não tendo havido a recusa à proposta, o seguro passa a ser considerado aceito. OBS: É bom lembrar eu o contrato seguro é firmado através de um instrumento caracterizado pela “boa fé”, onde a Cia seguradora aceita, como verdadeiras, todas as informações prestadas no momento da contratação e, com base nessas informações (perfil do segurado), determina o prêmio do seguro a ser pago. Caso seja comprovado, durante a vigência, ou no caso de sinistro, que houve inverdades nessas informações, no momento da contratação, pode comprometer a indenização, no momento do sinistro, ou determinar o cancelamento da apólice.
Sim. Todos os acessórios e seus deverão ser incluídos através de cobertura específica, com verba para cada item, sujeita a vistoria e analise pela Seguradora.
Existem dois tipos de seguro para automóvel: O DPVAT que é obrigatório e cobre acidentes pessoais a passageiros e vítimas fora do veículo e O seguro facultativo, que é contratado no mercado segurador e que garante indenizações a danos causados ao veículo por colisão incêndio e roubo, bem como indenização por danos (materiais ou pessoais) causados pelo veículo a terceiros. Também é possível incluir, nesse contrato, cobertura suplementar ao seguro obrigatório, incluindo verba para passageiros acidentados do veículo.
Sim. A sociedade seguradora tem o prazo de 15 dias para se pronunciar quanto à proposta de seguro, seja para seguros novos ou renovações, bem como para alterações que impliquem modificação do risco, apresentada pelo segurado ou seu corretor. Encerrado este prazo, não tendo havido a recusa da seguradora, o seguro passa a ser considerado aceito. No caso de recusa, a seguradora deverá comunicar formalmente ao segurado a não aceitação do seguro, justificando a recusa.
É o valor que o segurado paga à seguradora pelo seguro para transferir a ela o risco previsto nas Condições Contratuais. Pagar o prêmio é uma das principais obrigações do segurado.
Trata-se da ocorrência de um fato que provoca a perda do direito do segurado à indenização, ainda que, a princípio, o sinistro seja oriundo de um risco coberto, ficando, então, a seguradora isenta de qualquer obrigação decorrente do contrato. Ocorre a perda de direito se: - o sinistro ocorrer por culpa grave ou dolo do segurado ou beneficiário do seguro; - a reclamação de indenização por sinistro for fraudulenta ou de má-fé; - o segurado, corretor, beneficiários ou ainda seus representantes e prepostos fizerem declarações falsas ou, por qualquer meio, tentarem obter benefícios ilícitos do seguro; - o segurado agravar intencionalmente o risco. Além disso, se o segurado, seu representante, ou seu corretor de seguros fizer declarações inexatas ou omitir circunstâncias que possam influir na aceitação da proposta ou no valor do prêmio, ficará prejudicado o direito à indenização, além de estar o segurado obrigado ao pagamento do prêmio vencido.
Podem. Mas, como qualquer alteração contratual, dependerá de comum acordo entre as partes (segurado e seguradora). No caso de seguros coletivos, as alterações dependem da anuência expressa de 3/4 do grupo interessado.